A inteligência artificial já saiu do campo das promessas e entrou no território da execução. E, segundo o presidente do Google Brasil, o principal impacto dessa transformação é direto: ganho de produtividade em escala.
Quem repercute a opinião de Fabio Coelho é a reportagem da Exame. Ele diz que a tecnologia tem sido aplicada para reduzir tarefas repetitivas, organizar fluxos de trabalho e liberar tempo para atividades mais estratégicas. Na prática, isso significa fazer mais — com menos esforço.
Esse movimento não é teórico. Ele já está acontecendo dentro das empresas.
Ferramentas de IA são capazes de:
resumir reuniões automaticamente
traduzir conteúdos em tempo real
organizar agendas e tarefas
analisar dados em segundos
Atividades que antes levavam horas — ou dias — passam a ser resolvidas em minutos.
Mas o ponto mais importante não é o ganho de eficiência isolado.
É o efeito acumulado.
Segundo o Google, a adoção de IA pode gerar aumentos relevantes de produtividade — inclusive com estimativas de crescimento de cerca de 10% em áreas como engenharia.
E isso muda a lógica do trabalho.
A tecnologia não elimina funções — ela expande capacidade.
Profissionais passam a:
produzir mais
testar mais ideias
resolver problemas com maior velocidade
Outro dado relevante é a mudança de comportamento.
O uso de IA no Brasil já migrou do entretenimento para aplicações práticas:
79% usam para aprendizado
75% para trabalho
Ou seja, a tecnologia deixou de ser curiosidade e virou ferramenta do dia a dia.
Afinal, IA é papo para o futuro?
A discussão sobre IA ainda gira em torno de futuro.
Mas o que o Google mostra, e a Exame reforça, é que o impacto já é presente.
“Não é uma bolha”, afirmou Coelho à Exame.
Ele pensa que a inteligência artificial é o nosso “segundo cérebro ou o nosso assistente pessoal turbinado”, dando ao humano a condição de exercer multifunções como não se pensava antes.
Fonte: Redação StartSe



