A notícia do dia
O Global Tech Report 2026: Liderança na era da AI, da KPMG, analisou decisões e estratégias tecnológicas em 27 países, com 2.500 executivos de tecnologia. O estudo conclui que as empresas estão acelerando investimentos em tecnologia e, em especial, em inteligência artificial, mas que a maioria ainda não possui as estruturas, governança e talento necessários para transformar esse investimento em resultados previsíveis e retorno financeiro claro.
Metade das empresas globais acredita que conseguirá atingir maturidade tecnológica máxima até o fim de 2026, porém apenas 11% afirma já ter alcançado esse patamar hoje, evidenciando um “gap” relevante entre ambição e execução. A IA é um dos pilares centrais dessa transformação: 88% dos executivos dizem estar investindo em “agentic AI”, isto é, agentes de IA capazes de executar tarefas de forma autônoma dentro dos sistemas empresariais.
Números que chamam atenção
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Apenas uma minoria consegue provar, com dados, que a IA entrega retorno sustentável em escala.
Além disso, mais de metade das empresas reconhece que não possui o talento necessário para executar sua visão tecnológica, enquanto cerca de dois terços afirmam que a dívida técnica está consumindo orçamento e limitando novos investimentos. O relatório também mostra que muitos executivos admitem ter feito concessões em segurança e padronização de dados para ganhar velocidade, aumentando o risco operacional no médio prazo.
O que isso revela sobre a IA nas empresas
O estudo confirma uma tendência que outros analistas de mercado já vinham apontando: a IA está saindo da fase de experimentação para se tornar parte integrante das operações de negócio. Isso significa que modelos generativos e agentes de IA deixam de ser “projetos de inovação” e passam a atuar em processos críticos, como atendimento, finanças, supply chain e segurança.
Especialistas ouvidos pela IBM, por exemplo, destacam que a prioridade agora é obter ROI real com IA empresarial, em ambientes privados e seguros, com forte ênfase em soberania de dados, controle de permissões e qualidade dos dados usados para treinamento e inferência. Em paralelo, consultorias e fornecedores de segurança vêm alertando que a expansão de agentes de IA e outros “usuários não humanos” exigirá das empresas um novo patamar de gestão de identidades, zero trust e monitoramento contínuo de comportamentos anômalos.
Implicações estratégicas para líderes de TI e negócios
Para CIOs, CTOs e executivos de negócio, a mensagem central do Global Tech Report 2026 é clara: não basta “gastar com IA”, é preciso construir maturidade tecnológica e organizacional para que esse gasto se converta em vantagem competitiva mensurável. Algumas implicações estratégicas:
IA como força de trabalho digital
Com 88% das empresas já investindo em agentes de IA, a questão deixa de ser “se” a organização vai usar IA autônoma e passa a ser “como governar e integrar” essa nova camada operacional.Dívida técnica como freio estrutural
Custos crescentes para corrigir legados e integrações mal estruturadas estão travando a capacidade de financiar iniciativas de transformação digital mais avançadas. Isso obriga as empresas a priorizar projetos que simplifiquem arquitetura, padronizem dados e modernizem infraestrutura.ROI de IA exige novas métricas
Mais da metade dos executivos considera que métricas tradicionais de ROI são insuficientes para avaliar investimentos em IA e admite dificuldade em comunicar o valor desses projetos a stakeholders e acionistas. Isso reforça a necessidade de definir indicadores que combinem ganhos de produtividade, redução de risco e impacto em experiência do cliente.Segurança e governança sob pressão
Relatórios recentes destacam a evolução de ameaças alimentadas por IA (phishing mais sofisticado, ataques à cadeia de suprimentos de modelos, manipulação de prompts etc.), ao mesmo tempo em que crescem as defesas baseadas em IA (SOCs autônomos, detecção preditiva de ameaças, zero trust dinâmico). A governança de IA passa a ser tema de conselho, não apenas de TI.
Como isso se conecta ao posicionamento da Rever
O diagnóstico do Global Tech Report 2026 dialoga diretamente com o posicionamento da Rever, que se apresenta como parceira estratégica para “transformar tecnologia em valor para o seu negócio”, com soluções de TI sob medida focadas em crescimento, eficiência e segurança. A empresa combina mais de 20 anos de experiência com tecnologias de ponta, atuando como extensão da equipe de TI do cliente, com abordagem consultiva e personalizada.
Alguns pilares do portfólio da Rever endereçam exatamente os desafios apontados pelo relatório:
Segurança em primeiro lugar
A Rever oferece firewalls de última geração, EDR com inteligência artificial, backup contínuo e práticas alinhadas à LGPD, aplicando padrões globais de segurança à realidade de cada cliente. Esse enfoque é crítico em um cenário em que IA e agentes autônomos ampliam a superfície de ataque e exigem monitoramento contínuo.Gestão integrada de TI e infraestrutura de alta disponibilidade
A empresa planeja, executa e gerencia projetos de TI com foco em performance, governança e evolução contínua, operando ambientes em nuvem robustos, seguros, com monitoramento 24x7 e planos de contingência. Isso cria a base técnica necessária para que iniciativas de IA saiam do piloto e operem com resiliência.Cloud, produtividade e colaboração em ecossistemas líderes
A Rever implementa plataformas como Microsoft 365 e Google Workspace, construindo ecossistemas seguros, escaláveis e eficientes para comunicação, colaboração e automação de processos. Esses ambientes são terreno fértil para integrar copilotos, agentes de IA e automações avançadas de negócio, desde que bem governados.Inovação com propósito e linguagem clara
O posicionamento da Rever enfatiza tecnologia acessível, linguagem clara e foco no que faz diferença no dia a dia do negócio, conectando pessoas, processos e resultados. Em um contexto em que muitos executivos lutam para explicar o valor da IA e da transformação digital a seus stakeholders, essa capacidade de traduzir tecnologia em impacto de negócio torna-se diferencial.
Exemplos práticos de aplicação empresarial
A partir dos achados do Global Tech Report 2026 e do portfólio da Rever, alguns cenários práticos ajudam a visualizar como empresas podem agir hoje:
Copiloto de produtividade em ambiente seguro
Uma empresa de serviços profissionais adota copilotos de IA integrados ao Microsoft 365 para auxiliar na elaboração de propostas, relatórios e apresentações, reduzindo o tempo gasto em tarefas repetitivas.
A Rever desenha a arquitetura de identidade, permissões e classificação de dados, configurando políticas de segurança, EDR e backup em nuvem para garantir que informações sensíveis sejam protegidas e que o uso do copiloto esteja em conformidade com a LGPD.
Resultado estratégico: aumento de produtividade com risco controlado, permitindo que a empresa comprove ganhos de eficiência e construa métricas mais sólidas de ROI em IA.
Automação de atendimento e suporte com “agentic AI”
Um varejista médio implementa agentes de IA para atendimento omnicanal, integrados ao seu ERP e às plataformas de e‑commerce, para responder dúvidas, rastrear pedidos e sugerir produtos em tempo real.
A Rever estrutura a conectividade, a infraestrutura em nuvem de alta disponibilidade e as integrações seguras entre sistemas, além de monitorar performance e segurança do ambiente em produção.
Resultado estratégico: experiência de cliente mais fluida, redução de carga no time humano e dados concretos para medir impacto em NPS, taxa de conversão e custo por atendimento.
Projeto de modernização para reduzir dívida técnica e preparar IA em escala
Uma indústria com sistemas legados decide modernizar sua infraestrutura, migrando gradualmente workloads para nuvem e padronizando integrações e governança de dados, com o objetivo de viabilizar projetos de manutenção preditiva e planejamento automático de produção baseados em IA.
A Rever conduz um programa de gestão integrada de TI, redesenhando arquitetura, segmentando redes com foco em segurança e implantando monitoramento contínuo de disponibilidade e ameaças.
Resultado estratégico: redução de dívida técnica, melhoria da resiliência operacional e criação de uma “plataforma” preparada para receber casos de uso de IA mais sofisticados, com caminho mais claro para demonstrar ROI.
Para empresas clientes e para entusiastas de tecnologia, a mensagem central dessa notícia é que 2026 será o ano em que IA, infraestrutura e segurança deixarão de ser temas separados e passarão a fazer parte de uma mesma conversa de estratégia de negócios. Nesse cenário, trabalhar com parceiros que unem visão consultiva, foco em segurança e capacidade de execução — como a Rever — torna-se decisivo para transformar ambição em maturidade real e resultados sustentáveis.



