Rever Logo
Notícias

Liderança na era da AI

15 de março de 2026
7 min de leitura
Rever Tecnologia
Liderança na era da AI

A notícia do dia

O Global Tech Report 2026: Liderança na era da AI, da KPMG, analisou decisões e estratégias tecnológicas em 27 países, com 2.500 executivos de tecnologia. O estudo conclui que as empresas estão acelerando investimentos em tecnologia e, em especial, em inteligência artificial, mas que a maioria ainda não possui as estruturas, governança e talento necessários para transformar esse investimento em resultados previsíveis e retorno financeiro claro.

Metade das empresas globais acredita que conseguirá atingir maturidade tecnológica máxima até o fim de 2026, porém apenas 11% afirma já ter alcançado esse patamar hoje, evidenciando um “gap” relevante entre ambição e execução. A IA é um dos pilares centrais dessa transformação: 88% dos executivos dizem estar investindo em “agentic AI”, isto é, agentes de IA capazes de executar tarefas de forma autônoma dentro dos sistemas empresariais.

Números que chamam atenção

Apenas uma minoria consegue provar, com dados, que a IA entrega retorno sustentável em escala.

Além disso, mais de metade das empresas reconhece que não possui o talento necessário para executar sua visão tecnológica, enquanto cerca de dois terços afirmam que a dívida técnica está consumindo orçamento e limitando novos investimentos. O relatório também mostra que muitos executivos admitem ter feito concessões em segurança e padronização de dados para ganhar velocidade, aumentando o risco operacional no médio prazo.

O que isso revela sobre a IA nas empresas

O estudo confirma uma tendência que outros analistas de mercado já vinham apontando: a IA está saindo da fase de experimentação para se tornar parte integrante das operações de negócio. Isso significa que modelos generativos e agentes de IA deixam de ser “projetos de inovação” e passam a atuar em processos críticos, como atendimento, finanças, supply chain e segurança.

Especialistas ouvidos pela IBM, por exemplo, destacam que a prioridade agora é obter ROI real com IA empresarial, em ambientes privados e seguros, com forte ênfase em soberania de dados, controle de permissões e qualidade dos dados usados para treinamento e inferência. Em paralelo, consultorias e fornecedores de segurança vêm alertando que a expansão de agentes de IA e outros “usuários não humanos” exigirá das empresas um novo patamar de gestão de identidades, zero trust e monitoramento contínuo de comportamentos anômalos.

Implicações estratégicas para líderes de TI e negócios

Para CIOs, CTOs e executivos de negócio, a mensagem central do Global Tech Report 2026 é clara: não basta “gastar com IA”, é preciso construir maturidade tecnológica e organizacional para que esse gasto se converta em vantagem competitiva mensurável. Algumas implicações estratégicas:

  • IA como força de trabalho digital
    Com 88% das empresas já investindo em agentes de IA, a questão deixa de ser “se” a organização vai usar IA autônoma e passa a ser “como governar e integrar” essa nova camada operacional.

  • Dívida técnica como freio estrutural
    Custos crescentes para corrigir legados e integrações mal estruturadas estão travando a capacidade de financiar iniciativas de transformação digital mais avançadas. Isso obriga as empresas a priorizar projetos que simplifiquem arquitetura, padronizem dados e modernizem infraestrutura.

  • ROI de IA exige novas métricas
    Mais da metade dos executivos considera que métricas tradicionais de ROI são insuficientes para avaliar investimentos em IA e admite dificuldade em comunicar o valor desses projetos a stakeholders e acionistas. Isso reforça a necessidade de definir indicadores que combinem ganhos de produtividade, redução de risco e impacto em experiência do cliente.

  • Segurança e governança sob pressão
    Relatórios recentes destacam a evolução de ameaças alimentadas por IA (phishing mais sofisticado, ataques à cadeia de suprimentos de modelos, manipulação de prompts etc.), ao mesmo tempo em que crescem as defesas baseadas em IA (SOCs autônomos, detecção preditiva de ameaças, zero trust dinâmico). A governança de IA passa a ser tema de conselho, não apenas de TI.

Como isso se conecta ao posicionamento da Rever

O diagnóstico do Global Tech Report 2026 dialoga diretamente com o posicionamento da Rever, que se apresenta como parceira estratégica para “transformar tecnologia em valor para o seu negócio”, com soluções de TI sob medida focadas em crescimento, eficiência e segurança. A empresa combina mais de 20 anos de experiência com tecnologias de ponta, atuando como extensão da equipe de TI do cliente, com abordagem consultiva e personalizada.​

Alguns pilares do portfólio da Rever endereçam exatamente os desafios apontados pelo relatório:

  • Segurança em primeiro lugar
    A Rever oferece firewalls de última geração, EDR com inteligência artificial, backup contínuo e práticas alinhadas à LGPD, aplicando padrões globais de segurança à realidade de cada cliente. Esse enfoque é crítico em um cenário em que IA e agentes autônomos ampliam a superfície de ataque e exigem monitoramento contínuo.

  • Gestão integrada de TI e infraestrutura de alta disponibilidade
    A empresa planeja, executa e gerencia projetos de TI com foco em performance, governança e evolução contínua, operando ambientes em nuvem robustos, seguros, com monitoramento 24x7 e planos de contingência. Isso cria a base técnica necessária para que iniciativas de IA saiam do piloto e operem com resiliência.

  • Cloud, produtividade e colaboração em ecossistemas líderes
    A Rever implementa plataformas como Microsoft 365 e Google Workspace, construindo ecossistemas seguros, escaláveis e eficientes para comunicação, colaboração e automação de processos. Esses ambientes são terreno fértil para integrar copilotos, agentes de IA e automações avançadas de negócio, desde que bem governados.

  • Inovação com propósito e linguagem clara
    O posicionamento da Rever enfatiza tecnologia acessível, linguagem clara e foco no que faz diferença no dia a dia do negócio, conectando pessoas, processos e resultados. Em um contexto em que muitos executivos lutam para explicar o valor da IA e da transformação digital a seus stakeholders, essa capacidade de traduzir tecnologia em impacto de negócio torna-se diferencial.

Exemplos práticos de aplicação empresarial

A partir dos achados do Global Tech Report 2026 e do portfólio da Rever, alguns cenários práticos ajudam a visualizar como empresas podem agir hoje:

  1. Copiloto de produtividade em ambiente seguro

    • Uma empresa de serviços profissionais adota copilotos de IA integrados ao Microsoft 365 para auxiliar na elaboração de propostas, relatórios e apresentações, reduzindo o tempo gasto em tarefas repetitivas.

    • A Rever desenha a arquitetura de identidade, permissões e classificação de dados, configurando políticas de segurança, EDR e backup em nuvem para garantir que informações sensíveis sejam protegidas e que o uso do copiloto esteja em conformidade com a LGPD.

    • Resultado estratégico: aumento de produtividade com risco controlado, permitindo que a empresa comprove ganhos de eficiência e construa métricas mais sólidas de ROI em IA.

  2. Automação de atendimento e suporte com “agentic AI”

    • Um varejista médio implementa agentes de IA para atendimento omnicanal, integrados ao seu ERP e às plataformas de e‑commerce, para responder dúvidas, rastrear pedidos e sugerir produtos em tempo real.

    • A Rever estrutura a conectividade, a infraestrutura em nuvem de alta disponibilidade e as integrações seguras entre sistemas, além de monitorar performance e segurança do ambiente em produção.

    • Resultado estratégico: experiência de cliente mais fluida, redução de carga no time humano e dados concretos para medir impacto em NPS, taxa de conversão e custo por atendimento.

  3. Projeto de modernização para reduzir dívida técnica e preparar IA em escala

    • Uma indústria com sistemas legados decide modernizar sua infraestrutura, migrando gradualmente workloads para nuvem e padronizando integrações e governança de dados, com o objetivo de viabilizar projetos de manutenção preditiva e planejamento automático de produção baseados em IA.

    • A Rever conduz um programa de gestão integrada de TI, redesenhando arquitetura, segmentando redes com foco em segurança e implantando monitoramento contínuo de disponibilidade e ameaças.

    • Resultado estratégico: redução de dívida técnica, melhoria da resiliência operacional e criação de uma “plataforma” preparada para receber casos de uso de IA mais sofisticados, com caminho mais claro para demonstrar ROI.

Para empresas clientes e para entusiastas de tecnologia, a mensagem central dessa notícia é que 2026 será o ano em que IA, infraestrutura e segurança deixarão de ser temas separados e passarão a fazer parte de uma mesma conversa de estratégia de negócios. Nesse cenário, trabalhar com parceiros que unem visão consultiva, foco em segurança e capacidade de execução — como a Rever — torna-se decisivo para transformar ambição em maturidade real e resultados sustentáveis.